sábado, 23 de outubro de 2021

Série de lives da Ong Maria do Ingá

Desde o mês de março de 2021, a Ong Maria do Ingá diante das restrições impostas pela pandemia, tem realizado lives mensais com temas ligados aos direitos das mulheres.

No mês de agosto, o tema foi a Lei Maria da Penha e no mes de setembro foi tratado sobre a saúde mental da mulher em situação de violência.

Para outubro, no dia 28, será realizada a live: Orçamento para políticas públicas para mulheres, com a convidada Terezinha Pereira, secretária municipal de políticas para mulheres de Maringá.




Ong presente na SIPAT 2021 do Hospital Metropolitano de Sarandi

Na sexta-feira, dia 22/10, a Ong Maria do Ingá esteve presente na Semana de Prevenção de Acidentes do Hospital Metropolitano (HM) de Sarandi. As integrantes da ong participaram nos três períodos, de acordo com a escala de trabalho do HM: as 7h30: Maria Madalena Dias e Tania Tait; as 13h30 e as 19h30, Claudete Gomes e Josiane Pinheiro. 

O tema tratado nas palestras foi "Violência contra a mulher". Esteve presente, também, a assistente social do HM, Ilda Rocha, integrante da Ong,

Agradecemos a equipe do Sesmet pelo convite e pela oportunidade de tratar de tema tão relevante na SIPAT 2021 (Semana Interna de Prevenção de Acidentes).
 
Foto 1: Maria Madalena e Tania Tait
 


 
Fotos 2 e 3: Claudete Gomes e Josiane Pinheiro

quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Ong em atividade do Rotary Parque do Ingá

Representando a Ong Maria do Ingá, a advogada Claudete Gomes proferiu a palestra "Lei Maria da Penha: 15 anos de avanços" para integrantes do Rotary Clube Parque do Ingá.

A Lei Maria da Penha foi promulgada dia 07 de agosto de 2006, é considerada uma das três melhores leis no mundo de combate à violência contra a mulher. 
 
É extremamente importante que se conheça o conteúdo da Lei Maria da Penha, seus avanços e os benefícios por salvar milhares de mulheres.
 

sábado, 31 de julho de 2021

Ong participa de evento Dia Estadual de Luta Contra o Feminicídio

Na manhã fria desse sábado, as integrantes da Ong Maria do Ingá, Maria Madalena Dias (coordenadora), Claudete Gomes e Tania Tait participaram de evento promovido pela Secretaria de Política para Mulheres (Semulher). O evento marca o dia 22 de julho que é o dia estadual de luta contra o feminicídio.

Participaram além da Semulher, entidades ligadas aos direitos das mulheres (Instituto de Mulheres Negras Enedina Alves Marques, Resistrans, AMLGBT, Ong Maria do Ingá) e a Procuradoria da Mulher na Câmara Municipal

A coordenadora da Ong professora Maria Madalena, que também representou o Fórum Maringaense de Mulheres nessa manhã, frisou a importância de eventos como esse para chamar a atenção da sociedade diante do aumento dos casos de feminicídio.

Para Terezinha Pereira, a parceria com os movimentos sociais e a Procuradoria da Mulher tem sido relevante para aprimorar a rede de prevenção, atendimento e acolhimento às mulheres em situação de violência. A secretária informou, também, que esse evento acontecerá todo mes, uma vez em cada praça da cidade.

Além das falas das participantes no evento, houve,também, apresentações artísticas por artistas mulheres.

Ao final do evento, as participantes fizeram uma ciranda de roda e soltaram balões com sementes de girassol.




















 


terça-feira, 20 de julho de 2021

Ong promove live "A luta das mulheres negras, latino-americanas e caribenhas"


 

Dia 25 de julho possui duas grandes formas para chamar a atenção da sociedade sobre a opressão de raça e gênero pelos quais sofrem as mulheres negras.


A primeira é o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, criado em 1992 na República Dominicana, reconhecido pela ONU. 

A segunda acontece no Brasil. Desde 2014, foi instituído por meio da Lei nº 12.987, o dia 25 de julho como o Mulher Negra e Dia Nacional de Tereza de Benguela. Tereza de Benguela foi líder quilombola e é um símbolo de luta e resistência do povo negro. 


Pelas estatísticas, a mulher negra é, ainda hoje, a principal vítima de feminicídio, das violências doméstica, obstétrica e da mortalidade materna. Além disso, recebe os menores salários e foi a mais afetada na pandemia pelo desemprego e falta de geração de renda. De acordo com o Anuário da Segurança Pública lançado recentemente, 61,8% das mulheres mortas em 2020, eram negras.


Para tratar de tema tão relevante, a Ong Maria do Ingá realizará no dia 25, a live: "A luta das mulheres negras latino-americanas e caribenhas", com as debatedoras, a militante do movimento negro, Haide Maria de Jesus e a professora de História na UEM, Ana Lucia da Silva, com mediação da psicóloga Naiara Calvi Oliveira, integrante da Ong Maria do Ingá.

O evento será transmitido pelo Facebook Ong Maria do Ingá, as 19 h, no dia 25 de julho.

terça-feira, 15 de junho de 2021

"Violência patrimonial contra a mulher" será tema de live da Ong Maria do Ingá


 A Ong Maria do Ingá Direitos da Mulher convida para a live com o tema "Características e consequências da violência patrimonial contra a mulher".  Será dia 22 de junho as 19h30 pelo Facebook da entidade. O tema será tratado pelas advogadas Claudete Gomes e Alana Marquezini e pela psicóloga Aline Pessuti.

A Lei Maria da Penha ( Lei 11340/2006) tipifica 5 tipos de violência doméstica e familiar contra a mulher: física, psicológica ou emocional, sexual, moral e patrimonial, as quais são consideradas crimes. 

Pela Lei, a violência patrimonial, é entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades.
 
Entretanto, a violência patrimonial ainda não é compreendida como um tipo de violência que configura um crime contra a mulher e pode causar danos patrimoniais e emocionais.
 


 

segunda-feira, 14 de junho de 2021

Por uma mulher delegada na Delegacia da Mulher de Maringá

 A Ong Maria do Ingá Direitos da Mulher, que existe desde 2001 com atuação  na área de direitos da mulher, vem a público reforçar a solicitação do Fórum Maringaense de Mulheres, do qual é integrante, de uma mulher para comandar a Delegacia da Mulher de Maringá (DMM).

A legitima reivindicação do Fórum Maringaense de Mulheres está respaldada na lei e é obrigação do governo acata-la.

A presença de mulheres delegadas se deu em atendimento à solicitação dos movimentos de mulheres de todo o Brasil com o objetivo de garantir o acolhimento e evitar que s mulheres em situação de violência se sintam intimidadas por ter de contar a outro homem sobre a agressão sofrida.

O sucesso da implantação das Delegacias da Mulher como uma das ações para o combate à violência contra a mulher é reconhecido faz décadas. Em Maringá, a DMM sempre esteve sob o comando de delegadas.

Por outro lado, sabe-se que as delegacias da mulher são em número reduzido no Estado do Paraná e que as que existem padecem de problemas de infraestrutura e de recursos humanos por falta de investimentos dos governos no combate à violência contra a mulher.

Nesse sentido, o Fórum Maringaense de mulheres nunca se eximiu e sempre cobrou das autoridades o aumento do efetivo, o funcionamento da delegacia da mulher 24 horas por dia, também  nos feriados e finais de semana, o deslocamento da delegacia da mulher para área central da cidade, entre outras. Além de cobranças documentadas enviadas aos órgãos competentes, o Fórum organiza eventos e passeatas pelo basta de feminicídio, pelo fim da violência contra a mulher e pelos direitos das mulheres.

Sempre com muita responsabilidade e aglutinando mulheres que comungam do mesmo espírito de igualdade e contra toda forma de discriminação, o Fórum Maringaense de Mulheres é reconhecido por sua atuação firme na defesa dos direitos das mulheres.

Diante de todo esse histórico de lutas do Fórum Maringaense de Mulheres criado em 2013, a Ong Maria do Ingá se soma a reivindicação de que a Delegacia da Mulher seja comandada por uma mulher delegada.

Esta é uma responsabilidade do Governo!