sexta-feira, 16 de maio de 2014

Mulheres pelo fim da homofobia


Dia 15 de maio, a ONG Maria do Ingá coordenou o debate Mulheres pelo fim da homofobia, parte da programação da III Semana LGBT. As integrantes da ONG, Tania Tait e Valquiria Francisco, coordenaram os trabalhos realizados. O público presente participou da oficina respondendo duas perguntas: Onde está a homofobia? e O que podemos fazer para combater a homofobia?
A discussão levou à compreensão de que a homofobia se encontra em casa, na família, nas ruas e nas escolas, ou seja, em qualquer lugar. O que pode ser feito é trabalhar a conscientização e informação sobre a homofobia, com o apoio de políticas públicas. Além disso, o respeito e a aceitação vem da família.

Cada grupo apresentou uma situação que levou à discussão. Confira as fotos.





 


terça-feira, 13 de maio de 2014

III Semana LGBT

Nesta semana temos a III Semana LGBT. Confira a programação:

13 de maio (19h30 no Auditório Sinteemar)
O papel da Juventude na Luta Contra a Homofobia

14 de maio (19h30 no Auditório Sinteemar)
Escola sem Homofobia

15 de maio (19h30 no Auditório Sinteemar)
Mulheres pelo fim da Homofobia

16 de maio (19h30 no Auditório Sinteemar)
Encontro de Pais, Mães e Familiares de LGBT

17 de maio (14h em frente à Câmara de Maringá)
Dia Mundial, Nacional, Estadual e Municipal de combate à Homofobia

18 de maio (14h na Praça da Prefeitura)
III Parada LGBT de Maringá


A concentração para a III Parada LGBT de Maringá no dia 18 de maio será na Praça da Prefeitura de Maringá (Centro de Convivência Comunitário Deputado Renato Celidônio), à partir das 14 horas, e percorrerá a Avenida XV de Novembro, passará pela São Paulo e seguirá pela Prudente de Morais até o estacionamento do Estádio Regional Willie Davids.
A Parada LGBT de Maringá encerra Semana de Combate a Homofobia da cidade, evento de importância na luta por uma sociedade mais igualitária pelos membros da AMLGBT, com o apoio de diversas entidades, inclusive da ONG Maria do Ingá - Direitos das Mulheres


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Palestra para senhoras da melhor idade

As professoras Tania Tait e Zica Franco estiveram na LBV, no dia 28/04, para falar com senhoras da melhor idade que participam de projetos da instituição. O tema tratado foi a história das mulheres e as senhoras presentes relembraram o início da formação de Maringá e o trabalho que tinham para manter as casas e o cuidado com os filhos numa terra sem recursos, na época.
As fotos foram tiradas por Paulo Araújo.

domingo, 27 de abril de 2014

ong Maria do Ingá em palestra na LBV




No dia 24/04, na LBV, foi ministrada pela  profa. Tania Tait,  a palestra "Conquistas e Desafios da Mulher Brasileira". O público presente era composto por mães de crianças que estudam no contraturno. Na palestra foram apresentadas a história das mulheres brasileiras desde a colonização do Brasil bem como as recentes conquistas como a Lei Maria da Penha, lei que proíbe salários desiguais entre mulheres e homens, entre outras. Também foram discutidos os desafios como: a falta de implantação efetiva da Lei Maria da Penha, a falta de mulheres na política, a necessidade de divisão de tarefas domésticas, entre outros. A secretária da ong Maria do Ingá, Valquiria Francisco, também esteve presente.

terça-feira, 15 de abril de 2014

A Lei Maria da Penha precisa de ajuda



A promulgação da Lei Maria da Penha, em 2006, trouxe esperanças aos movimentos organizados de mulheres e às mulheres vítimas de violência que ansiavam por uma Lei com punição mais severa aos agressores, além de proteção. 

No entanto, 8 anos depois, não é isso que se vê. Os índices de violência contra a mulher continuam alarmantes e não houve alteração nos índices de mulheres assassinadas no Brasil por ex-companheiros (ex-maridos, ex-namorados etc).
Junto com a promulgação da Lei Maria da Penha, criou-se a rede de enfrentamento às mulheres vítimas de violência, o que, junto com as Delegacias da Mulher, deveria coibir e punir os agressores. Também deveriam ser criadas as Varas da Mulher.
O que se existe, entretanto, é uma total falta de integração entre os organizadores da rede de enfrentamento à violência contra as mulheres os quais são a Delegacia da Mulher, os CRAM – Centros de Referência às Mulheres Vítimas de Violência, os IML – Instituto Médico Legal e a polícia. Além disso, não temos profissionais (saúde, polícia, judiciário) qualificados para os casos de violência contra a mulher e há falta de infraestrutura dos órgãos como as Delegacias da Mulher e o IMLs. Sem contar, o número insuficiente de Delegacias.

A existência da Lei Maria da Penha é, sim, um grande avanço na luta pelo fim da violência contra a mulher. Mas, não basta uma LEI, é preciso que o Poder Público e a sociedade se mobilizem para fazê-la ser cumprida, pois sabemos que a violência contra a mulher é resultado de uma sociedade machista em que o homem se sente dono do corpo e da alma da mulher e, por isso que dispor da vida da mulher.

Texto por Tania Tait.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Ong Maria do Ingá participa do Lançamento do Núcleo de Mulheres do Sinteemar

No dia 04/04, no Auditório do Sinteemar, foi criado o Núcleo de Mulheres do Sinteemar.
O evento contou também com a presença de representantes da APP Sindicato, Marilda Ribeiro e Elizamara, da Associação Maringaense LGBT, Margot Jung.
A iniciativa da criação do Núcleo partiu da diretoria do Sinteemar a partir da avaliação dos problemas que existem na categoria atendida pelo sindicato (universidade e escolas particulares) com relação à assédio sexual, violência contra a mulher e discriminação contra a mulher.
A coordenadora da ong Maria do Ingá, prof. Tania Tait parabenizou a criação do Núcleo de Mulheres como uma ação afirmativa na luta pelo fim da discriminação contra a mulher.
Criação do Núcleo de Mulheres do Sinteemar - 04/04/2014.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Debate discute 50 anos do golpe militar

No dia 01/04, às 19h30, no auditório do Bloco C-67, o Instituto Paranaense de Estudos Geográficos, Econômicos, Sociais e Políticos (Ipegesp), que possui convênio de cooperação técnica, científica e cultural com a UEM, promoverá um debate sobre os 50 anos do golpe militar. Com o tema 1964 nunca mais, o evento será aberto a todos os interessados, não havendo necessidade de inscrição. Mais informações pelo telefone: 9976-5095 (Pedro Jorge de Freitas).